Hey, people! Taí o cap. Espero que gostem. E comentem!!
No último capítulo...
“Já anoitecera, os garotos já haviam jantado. Estavam no quarto de Peter, quando Fellipe viu alguma coisa pelo reflexo do espelho.”
- F-fada! U-uma fada! – dizia ele. Nunca havia visto nada igual na vida. Até aquele momento, podia jurar que não existiam.
Pegou-a em sua mão e trouxe-a para dentro. Entrava um vento frio da janela. Peter foi fechá-la. A fadinha sussurrou alguma coisa, quase inaudível. Os garotos se aproximaram dela para conseguir ouvir melhor.
- Água... A-água. Preciso de água!
Peter correu para a cozinha, pegou uma xícara e encheu-a de água. Andou escada acima e entrou novamente no quarto, Fellipe não mudara de posição. Deixou a xícara em cima da escrivaninha e Fellipe aproximou a mão que segurava a fada para que ela pudesse beber a água no que, para o tamanho dela, parecia ser um balde. Os garotos se assustaram ao ver a reação da fada: em vez de tomar a água, saltou lá dentro, como se a xícara fosse uma piscina. Peter foi puxá-la, mas Fellipe impediu-o. A luz da fada brilhou muito mais do que eles podiam esperar. Um clarão azulado tomou conta do quarto e logo se apagou. A fada que já não piscava mais, permanecendo com uma luz forte, viva, levantou a cabeça da água e disse, com uma voz angelical:
- Olá Fellipe. Olá Peter. Antes de tudo, parabéns pelo seu ótimo raciocínio, que lhe fez me encontrar. – disse, dirigindo-se a Peter. – E dou-lhes a garantia de que esse encontro será muito importante. Muito obrigada por me salvarem, garotos. Agora, vamos ao que interessa. – A voz ecoava na cabeça dos dois.
- Espere um pouco! – interrompeu-a Fellipe – Como você sabe nossos nomes? E o que você fez, Peter? – Ele estava pasmo.
-Depois conversamos. Deixe-a falar – disse Peter.
- Bom... continuando. Eu venho de um mundo paralelo ao de vocês, o Reino de Kalaffar. O nome vem de Lucio Kalaffar, um mortal que viveu por aquelas terras há muitos anos. Mas isso não vem ao caso. Temos situações mais importantes para discutir. Nós precisamos de ajuda. Um grande mal ronda nossos perímetros e apenas vocês poderão salvá-lo. O único portal que poderá levá-los a tempo se abrirá amanhã, quando o sol se por... será perto das 18 horas, neste quintal. Chamem os outros três e estejam aqui cinco e meia com tudo que for relativamente importante para vocês. Alguma pergunta? – Ela falava rapidamente, mas os garotos estavam prestando atenção suficiente para não deixar nenhuma informação para trás.
- Não – disseram os dois ao mesmo tempo, um pouco assustados.
- Agora, durmam, pois terão um longo dia amanhã. – A fada deu um último mergulho na xícara de água e voou para a janela, desaparecendo rapidamente.
...
O dia amanheceu claro. Fellipe e Peter chamaram os outros para contar o que acontecera na noite passada. Jéssica parecia assustada, mais do que o normal, mais do que os outros.
- O que foi, Jess? – Perguntou Karol.
- Essa fada... É loira, de vestidinho azul e asas azuis? Uma fada da água? – Ela fitava o horizonte, como se tentasse lembrar algo.
- É. Como sabe disso? – Disse Fellipe, desconfiado. Eles não haviam dito nada sobre a aparência da fada.
- Eu... Eu sonhei com ela. Ela estava voando no meu quarto e pousou no meu ombro. Depois... desapareceu. Então, eu acordei com a sua ligação. – Olhou para Peter, na última frase.
- Hum... ok. Alguém é contra vir aqui hoje ao pôr-do-sol? – Esperou a resposta e todos disseram “não”. – Então, peguem tudo o que vocês quiserem levar e voltem aqui às 17 e 30.
...
O sol já estava ameaçando descer e todos já haviam chegado. Peter escrevia um recado para seus pais. Era simples, continha as seguintes palavras:
Pai,
O senhor pode não acreditar, mas quando ler este bilhete nós possivelmente estaremos em outro mundo. Volto o mais rápido possível. Avise os pais de Fellipe, Karol, Jéssica e Lucas.
Abraços,
Pet .
Eram seis horas da tarde. Todos esperavam por alguma instrução. De repente, a fadinha azul apareceu no ar, vindo na direção deles.
- Olá! Todos aqui, na hora certa. Ainda bem! Ok... vamos começar! Ah, aliás, meu nome é Agnes. – Então, iluminou-se fazendo com que sua luz se destacasse da do sol.
Em baixo do arbusto, apareceu um pergaminho enrolado, preso por uma flor azul. A fada voltou à sua luz normal e pediu para Lucas abrir e ler o pergaminho. Ele fez o que ela mandou. Dizia:
“Quando o sol se pôr no oeste
As luzes se acenderão
E o portal ao nosso mundo
Apenas os cinco verão”
No segundo seguinte, cinco feixes de luz coloridos vieram para o centro do quintal, formando um portal.
Um de cada vez, após o comando da fada, entraram no portal. Tomados pela escuridão, inconscientemente, seguiram para o desconhecido.
___________________________________________________________________
Comentem, pfpfpf!!!
Aah, créditos à minha desenhista, Manu!
Ela tem blog também: http://deixemeucoracaofalar.blogspot.com
E um tumblr: http://liveintoxicity.tumblr.com/
Follow her! kk
Até mais, people. Bjinhoos :*

Nenhum comentário:
Postar um comentário