Hey! Voltei, postando mais um cap.
Aah, antes que eu me esqueça. Queria agradecer à minha amiga Martina, que me ajudou a escrever. A maioria das ideias foram dela, eu só escrevi. Kkk
Mas, afinal, a história precisava dar uma melhorada. Então, ta aí!
No último capítulo...
“Um de cada vez, após o comando da fada, entraram no portal. Tomados pela escuridão, inconscientemente, seguiram para o desconhecido.”
Karol foi a primeira a acordar. Se encontrava em um lugar totalmente diferente do qual imaginava que iria despertar. Era sombrio, úmido e deprimente. Logo percebeu que era uma cela. Tentou se levantar mas foi puxada novamente ao solo. Estava presa por correntes nas mãos e nos pés. Viu também que os seus amigos estavam ali, presos também. Chamou por seus nomes, fazendo-os acordarem.
- Aonde estamos? – perguntou Lucas.
- E você acha que nós sabemos? – retrucou Jéssica.
- Devo admitir que não esperava essa recepção... – brincou Fellipe.
- Shhh – pediu Peter – Tem alguém vindo! – acrescentou sussurrando.
Uma luz ia crescendo do lado de fora da cela. Será que alguém vinha soltá-los?
Logo descobriram de onde surgia a luz. Era a fada azul, que os trouxera para aquele lugar.
- Agnes! Onde estamos? Ajude-nos, por favor! Tire-nos daqui! – dizia Karol.
- Hihihihihi. Tolinhos! – A voz da fada era muito diferente daquela que ouviram pela primeira vez, parecendo mais com uma bruxa do que com um anjo. – Seus pais não lhe ensinaram a não falar com estranhos? Olhe no que deu! Presos como ratos sujos em ratoeiras!
- O que? – perguntou Lucas, ainda sem entender nada.
- Ah, são mais burros do que eu pensava! – Agnes falava com indiferença. – Eu sou do mau, não perceberam?
- Ta, que seja! O que pretende fazer com a gente? – disse Fellipe, irritado.
- Hum... Ainda não pensei nisso. Mas talvez aprisioná-los até o fim de suas vidas... ou matá-los!
- Wow... E eu achando que você era legal! – retrucou Fellipe.
- Aham... que seja. Tenham uma boa noite, queridinhos! – Deu mais uma risadinha e se retirou do lugar.
Já havia passado um bom tempo da visita da fada e a cela estava mais escura do que antes. Devia ser noite lá fora. Um dos criados lhes trouxera comida (era quase impossível nomear assim). Em um prato haviam apenas três pães escuros e secos e um cantil de água. Estavam famintos e dividiram entre si. Logo, quase sem perceber, adormeceram.
Há quanto tempo haviam dormido? Um dia? Uma noite? Alguns minutos? Isso não importava, estavam presos e a única esperança de sair de lá era um milagre.
- Olá dorminhocos! Vim lhes fazer outra visita! – A fada assustou-os ao aparecer de repente.
- Ah, cansei de você! – disse Jéssica, pegando o cantil e atirando na direção da fada. Todos ficaram surpresos com seu ato. Mais surpresos ainda, ficaram quando o alvo foi atingido e a fadinha caiu inconsciente no chão da masmorra. – Como alguém tão pequeno pode ser tão irritante?
Ouviram-se explosões lá em cima e logo começaram os gritos e a confusão. Não tinham a menor ideia do que estava acontecendo. Escutaram passos que pareciam estar descendo as escadas. Ficaram quietos, esperando o que estava por vir. E ficaram pasmos.
Uma figura muito conhecida por eles caminhava na direção da cela. Era o professor de história, esguio e musculoso, trazendo uma espada embainhada no cinto e também as chaves da cela. Soltou cada um deles rapidamente.
- Vamos! – ordenou o professor – Precisamos ser rápidos! Quando ela acordar, não estará nada feliz. – Olhou, então, para Agnes, adormecida à seus pés.
Todos olhavam para ele, sem reação alguma
- Venham! Sigam-me! – insistia ele – Esclarecimentos depois.
Não tinham escolha, então, seguiram o professor, confusos demais para falar.
- Ágata, minha filha, está distraindo-os, mais creio que não será por muito tempo.
Mesmo continuando sem entender, corriam, sendo ora empurrados, ora arrastados.
Chegaram a uma sala grande, bagunçada por causa das explosões. Havia uma porta à direita e outra à esquerda. Sem nem mesmo hesitar, o professor seguiu para a esquerda. Perceberam, após um tempo, que em cada sala, havia duas portas e seguiam pela esquerda. Então, na quinta porta, um pouco maior e mais luxuosa que as outras, lançaram-se para a noite.
Viram que estavam em um castelo, mas como estava escuro, não conseguiram enxergar os detalhes. A única coisa que sabiam é que era grande. Podiam ver as inúmeras explosões vindas de lá, que nunca comprometiam o castelo.
Corriam em direção a uma ponte que ligava o terreno do castelo ao outro lado de um rio extenso. Estavam quase chegando ao fim da ponte, quando uma figura feminina os alcançou, com uma espada na mão. Demoraram um pouco para perceber que estavam sendo seguidos por um batalhão de seres, alguns com tochas nas mãos, outros com espadas.
- Vamos cortar a corda da ponte! – berrou Peter.
- Não! – discordou o professor – Minha filha ainda não chegou!
Mas, para a surpresa de todos, após passarem ao outro lado, a figura feminina baixou com força sua espada, partindo a corda e derrubando os que estavam na ponte dentro do rio.
Uma grande multidão parou subitamente no outro lado. Alguns caíram, sendo levados pela correnteza.
Sem nenhum motivo aparente, Fellipe correu na direção de Ágata, empurrando para o lado e sendo atingido por algo. Então, não viu mais nada.
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Este foi o capítulo... Espero que tenham gostado. Até logo!
Beijos :*

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